Um conto de Natal - parte 2

     ¬ Vamos brincar, traga o brinquedo que ganhou - disse Carlinhos.
     ¬ Vamos. - diz Pedrinho emburrado.
     Pedrinho queria mesmo era brincar com o brinquedo de Carlinhos mais que o próprio dono. Após isso, a briga começa, Carlinhos disse à mãe que Pedrinho queria o brinquedo dele. O outro rebate dizendo que aquele boneco deveria pertencer a ele.
     ¬ Você diz que quer meu boneco, porque é um coitado que precisa o que é dos outros!-e Carlinhos continua- Seus pais não te deram o boneco, porque são pobres ou não gostam de você, por isso eles nunca vão te dar o que você quer você nunca vai ter o que quer, o que você tem, é um brinquedo de menina! - conclui cheio de convicção.
     Pedrinho tem um princípio de choro que é cortado pela fala da mãe:
     ¬ Pedrinho não me envergonhe você provocou isso, agora aguente!
     Pedrinho engole o choro rapidamente e também demonstra uma expressão mais fria no seu rosto. Passada a briga, chega o outro momento do Natal que é aproveitar a comida em cima da mesa, pois cada um vai tentar chegar primeiro à mesa, assim possivelmente comerá mais. Pedrinho sabia que o Natal na casa dele possuía dois momentos principais: a troca de presentes e o outro era comer o peru, ou seja, só tinha uma chance para executar alguma vingança. Todos sentados em torno da mesa trocando pratos com porções, pois todos poderiam desfrutar ao máximo do banquete. Nem todos perceberam quando um cheiro esquisito entrou na sala de jantar. Houve comentários que um cheiro de plástico queimando quando  se tornou forte o suficiente para ninguém ignorar. Mas ele poderia estar vindo da rua, logo não precisaria se preocupar, embora um feioso monstro de fumaça preta invada a sala fazendo que todos saiam correndo sem precisar de argumentos. Correram querendo demonstrar uma falta de aflição até chegarem à sala da arvore onde também esta, isto é, estavam os presentes, pois todos junto a arvore estão sendo devorados pelo fogo. Pedrinho observava.
     ¬ Pedrinho como começou o fogo? - perguntou um dos convidados como ajudasse a apagar o incêndio
     Ele fica em silêncio frio enquanto outros parentes berram e alguns querem apagar o fogo antes que se alastre. Arrastado pra fora da casa junto com outras pessoas, é questionado novamente:
     ¬ Você tem alguma relação com o incêndio?
     ¬ Se eu não tenho o que quero ninguém tem mais.
     ¬ Você destruiu o dia mais feliz da sua família !
     ¬ Assim vão saber como eu me sinto.
     Essa família vai ter que começar a construir uma casa nova e senão ainda um relacionamento novo.

Um comentário:

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